Donde nascerá

Donde nascerá aquele choro perdido na tarde da noite do que as lágrimas que roubam o silêncio da vigília? – Um não será início do outro? Traz dores inexprimíveis em mímica e grunhidos.

Quero acabar! Intercalado entre um e outro vem de fora algo que puxa a desespero de nada poder consolar. Aflitivo som distante que ecoa no etéreo até cá embaixo. Em outro sentido são as luzes bruxuleantes repetidas que titiram de lá.

Um mundo de essência inebriante onde as ideias são os sonhos de quem as criou. Pudera ser a transformação almejada depois de um dia tenebroso; pensei na chuva, nas tardes que açoitam, ou que melhor, são açoitadas por ela; pontudas, rápidas e fortes incomodam os desavisados.